Sobre Prof. Elisson de Andrade

Professor universitário e palestrante sobre Educação Financeira. Engenheiro Agrônomo (USP), Bacharel em Direito (UNIMEP), Mestre e Doutor em Economia Aplicada pela USP. Ganhador do prêmio BM&FBOVESPA de melhor dissertação/tese sobre derivativos (2004). Um eterno apaixonado em aprender e ensinar.

  • daniel

    Prezado professor, boa noite. Tenho preocupação com minha aposentadoria, logo, contratei um plano de previdencia privada VGBL com taxa de carregamento e administracao de 3% para ambos. Estou considerando o négocio ruim a longo prazo pois a taxa de administração consome enorme parcela do capital. Seria melhor aplicar na poupança dado que a SELIC esta cada vez menor ou utilizar um plano de previdencia com renda variavel de 30%? Hoje tenho contratado com renda fixa. O que poderia ser melhor para poupar para aposentadoria em relação a previdencia privada? obrigado

    • Olá Daniel. Realmente essas são perguntas um tanto quanto delicadas. Mas vamos para algumas reflexões. Realmente, um VGBL renda fixa com taxa de 3% ao ano é um péssimo negócio, hoje em dia. O que vc poderia fazer é transferir (portabilidade) para outro banco com menor taxa (nesse mesmo momento, talvez o gerente do banco faça algum bom desconto para você). Quanto a outras alternativas, com a queda da SELIC, a poupança também está caindo de rendimento, dada as novas regras. Logo, não é das melhores opções a Caderneta. Por fim, você poderia estudar outras formas de investimentos para montar sua própria carteira de longo prazo, mas isso é algo que não dá para sugerir como ela deveria ser composta. O conselho é que, ao longo do tempo, vá aumentando seu conhecimento sobre investimentos e diversificando-os, para sua carteira de longo prazo. Forte abraço.

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  • Cynthia Costa

    Caro Professor, bom dia! Quando meu filho tinha 3 anos, fiz uma previdência privada para ele do tipo PGBL. Àquela época, optei pela possibilidade de meu filho receber um benefício mensal por cinco anos, correspondentes ao período da universidade. Este ano meu filho completa 20 anos e fui comunicada que já poderia receber as parcelas, resgatar o valor total ou continuar a contribuir. Fiz uma consulta e o resultado foi o seguinte: caso meu filho fosse receber mensalmente, o benefício mensal seria muito pequeno. Queria fazer o resgate total mas o imposto de renda vai levar quase R$6.000,00 do total das contribuições (R$45.000,00). Existe alguma forma de fugir desse imposto de renda para o resgate total? Na minha próxima declaração de ajuste este valor vai entrar como rendimento tributável?