Sobre Prof. Elisson de Andrade

Professor universitário e palestrante sobre Educação Financeira. Engenheiro Agrônomo (USP), Bacharel em Direito (UNIMEP), Mestre e Doutor em Economia Aplicada pela USP. Ganhador do prêmio BM&FBOVESPA de melhor dissertação/tese sobre derivativos (2004). Um eterno apaixonado em aprender e ensinar.

  • Uma visão diferente. Muito boa!

  • Nunca tinha pensado nisso. Gostei do artigo, parabéns!

    A parte chata é ter mais uma variável para analisar na hora da decisão por um ou outro financiamento. :)

    • Olá Mônica. Na verdade, a principal variável a ser analisada é a taxa de juros. Quanto maior, pior para o consumidor. Abraço.

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  • Roberto

    Certo, mas considerando que vou financiar 320mil e minha capacidade mensal de pagamento é no máximo de R$3.500,00. Tenho duas opções de financiamento em instituições diferentes:

    1ª: Só permite SAC e para possibilitar o financiamento preciso de 420 meses com parcela inicial de R$3.409,90.

    2ª Permite PRICE e por ter a parcela inicial mais baixa, consigo financiar o mesmo valor (320mil) em 240 meses com uma parcela inicial de R$3.187,09.

    Entendo as vantagens da SAC que tem parcelas descrentes e menos juros globais para o mesmo prazo, pois a amortização acontece antes. Entretanto, quando faço a soma das parcelas, tenho o seguinte:

    1ª: R$920.058,71

    2ª: R$766.700,13

    A primeira instituição tem taxa de juro efetiva quase 1% menor, mas não aceita a tabela PRICE. Na minha análise (somando as parcelas), a segunda opção termino de pagar antes com menos juros. Não consigo entender claramente como essa análise não é valida.

    • Devemos analisar taxa de juros e impactos no fluxo de caixa. Soma de valor de parcelas só levam a erros, conforme abordado no artigo. Não podemos somar valores em datas diferentes. Qualquer análise em que se some parcelas, pode até parecer interessante, mas de início, já está equivocada.

      • Roberto

        Certo, entendi que a taxa de juros maior é pior. Esse parece ser um censo comum entre todos com quem falo. Entretanto, não consigo entender se é melhor uma taxa de juros de 9,75% durante 35 anos ou uma taxa de 10,28% durante 20 anos. Imaginei que a única forma de descobrir isso seria saber quanto eu iria gastar de juro ao final de cada caso. Acredito que enriqueceria o texto acima abordar o porquê que 1,5% em 12 meses é pior que 0,5% durante 60 meses. No seu exemplo, seria melhor ainda parcelar em 120 meses com uma taxa de 0,20%?

        • Roberto. Estou preparando um artigo sobre isso. Espero que dê tempo de publicar ainda nessa próxima segunda-feira. Aí, acho que tudo ficará mais claro. Abraços.

      • Roberto

        Só para ilustrar. No meu exemplo a instituição que tem os juros menores me cobrará aproximadamente R$531.539,59 e a que tem juros maiores me cobrará R$412.263,08. Isso tudo pelo fator tempo claro. A instituição 1 me emprestará por 35 anos e a 2 por 20 anos. A dúvida é a seguinte: Se eu quero pagar a menor quantidade de juros para pegar 320mil emprestados só a taxa importa ou a análise do tempo é importante? Se não for somando as parcelas, como posso comparar os dois casos?