Sobre Prof. Elisson de Andrade

Professor universitário e palestrante sobre Educação Financeira. Engenheiro Agrônomo (USP), Bacharel em Direito (UNIMEP), Mestre e Doutor em Economia Aplicada pela USP. Ganhador do prêmio BM&FBOVESPA de melhor dissertação/tese sobre derivativos (2004). Um eterno apaixonado em aprender e ensinar.

  • Excelente ponto de vista! Eu colocaria ainda no final dessa equação o seguinte ponto (dentre vários outros possíveis): para quê eu pouparia o dinheiro? Juntar por juntar sabemos que é um ato sem sentido. E, mesmo assim, a equação é complexa e arrisco dizer que é imensurável em termos financeiros.

    Cabe a cada um decidir o que considera melhor em termos de satisfação e qualidade de vida.

    Abraço.

    • Olá Phillip. Acho super interessante modelar matematicamente as coisas. Todavia, modelo é apenas uma simplificação da realidade. Ajuda a tomar decisão, mas de longe é uma solução… Obrigado pelo comentário. Abç.

  • Prof. Elisson, tudo bem? Excelente post… dá pra pensar em outras coisas… por exemplo, o investimento em saúde é também financeiro, já que possivelmente, no futuro, um indivíduo ativo gastará muito menos com consultas, medicamentos etc do que uma pessoa sedentária… no caso da educação, além da questão da satisfação pelo diploma, o conhecimento por si só, faz o cidadão crescer intelectualmente e enxergar situações que não seriam claros se o mesmo não tivesse investido no exercício de sua mente… o leque de oportunidades é muito maior… as relações sociais conquistadas durante os estudos também é imensurável financeiramente…
    poderiamos falar sobre as viagens… não há retorno financeiro no turismo, mas é um investimento na saúde mental, no combate ao stress, além de representar períodos de lazer inestimáveis…
    e se formos falar do bem mais escasso? o tempo… aí daria um livro…

    Em relação ao comentário do Phillip Souza… poupar pra que? bom, se partirmos do princípio que viveremos muitos anos, poupar para ter uma aposentadoria tranquila… imagina um médico que não poupa… vai estar com 90 anos de idade precisando trabalhar para se sustentar… porém há de se ter um equilíbrio, para se viver bem durante todo o período de vida… não são poucas as pessoas que vivem na “miséria” pensando sempre nos gastos futuros… mas a grande maioria vive além de suas condições no presente e acabam se dando mal quando se tornam menos produtivas na velhice…

    • É isso mesmo IR, esse tema teria vários exemplos possíveis, gerando diversas boas discussões. Pensar no futuro é um exercício difícil, mas extremamente excitante. Talvez, outros artigos virão. Abração.

  • Ítalo Nogueira

    Post brilhante! Vem bem a calhar neste momento em que vivemos uma expansão fortíssima do acesso a educação no Brasil. Gostaria de colocar uma variável que considero crucial nessa já complicada e subjetiva equação: Com um diploma universitário, certamente essa pessoa irá conviver com pessoas de nível social mais elevado e se tentar acompanhar esse novo padrão de consumo pode acabar se comprometendo financeiramente, diminuindo assim o volume dos aportes mensais.

    Continue com esse belo trabalho no blog.

    Abraços e Muito Sucesso!

    • Eu que agradeço pela visita Ítalo. Quanto à sua questão, existem N situações possíveis que uma decisão desencadeia (assistiu aquele filme Efeito Borboleta???). Cabe a cada um de nós buscar absorver o que há de bom… Abração.

  • Por isso mesmo, a compra de casa própria é um investimento. Podemos ganhar dinheiro, investindo em imóveis, de 2 formas: ganho de capital e rendimento. Comprando casa para uso próprio, elimino a componente do rendimento porque não recebo renda. Mas recebo, em troca, o uso da casa, o prazer e a utilidade que me dá.

    O Prof. Shiller quantifica essa utilidade numa yield de 6%. Eu diria, há-de variar consoante cada um!

    • Perfeito Gonçalo. Quanto à questão da casa própria, por ser um investimento de grande vulto e prazo longo, a decisão deverá ser analisada com cuidado. Não deixar o prazer e a utilidade deixar a pessoa em apuros financeiros no futuro. Algo como: com um salário modesto, financiar a casa dos sonhos, com prestações no limite do orçamento e prazos longuíssimos. Mas sim, o prazer e conforto devem entrar na conta. Abç.

  • Gostei do artigo, só achei o exemplo meio ruim. rsrsrsrs

    Um diploma universitário abre muitas portas, além de proporcionar possibilidades de crescimento que não haviam antes.

    Aqui no RJ, em 2008, as mensalidades de engenharia da PUC giravam em torno de 1400. Hoje, o salário não fica por menos de R$ 5-5,5mil, o que daria uns R$ 4mil líquidos.

    Retorno mais do que justificado.

    Grande abraço!

    • Olá Dimarcinho… existem realidades e realidades… Obrigado pelo comentário pertinente. Abração e volte sempre.

  • Tamara Prado

    Texto maravilhoso!
    Muito bom o exemplo que vc citou sobre faculdade…interessantíssimo!
    Seus artigos nos ensina muito. Parabéns por ser apaixonado em aprender e ensinar, jamais deixe de praticar esse lindo dom que Deus lhe deu.

    Abraço

  • Robson Pereira

    Excelente site, professor. Aprendi muito com o senhor, inclusive matemática financeira, que nunca foi minha amiga. Vc, o Rafael Seabra, o Bastter, Hc, entre outros, abriram meus olhos para como gerente de banco não é amigo, previdëncia privada com 4% de taxa de carregamento do banco do brasil e taxa de pecúlio que não pedi não retorna absolutamente nada, que vc pode brigar pelas taxas do banco e do cartão de crédito, a analisar os valores de prestação dos carros (se eu tivesse aprendido e lido antes não tinha trocado de carro agora), enfim, um novo olhar sobre minha vida financeira. Muito obrigado pelas informações e vou divulgá-las o máximo que puder. Bom final de semana.

    • Olá Robson. Muito obrigado pelas palavras e por ajudar a divulgar o blog. A gente tenta fazer o melhor e um feed back como o seu é sempre engrandecedor. Abração.