Sobre Prof. Elisson de Andrade

Professor universitário e palestrante sobre Educação Financeira. Engenheiro Agrônomo (USP), Bacharel em Direito (UNIMEP), Mestre e Doutor em Economia Aplicada pela USP. Ganhador do prêmio BM&FBOVESPA de melhor dissertação/tese sobre derivativos (2004). Um eterno apaixonado em aprender e ensinar.

  • Artigo muito interessante! Acredito que para se aprofundar nele é completamente necessário ler a obra de Mihaly; porém, Elisson, você conseguiu passar a centelha de ideia do que é o Estado de Fluxo. Penso que todos nós já o sentimos em algum momento e uma de suas principais evidências (quando ele ocorre) é quando “o tempo passa muito rápido e você nem sente”. Sempre costumo dizer às pessoas que atendo: finanças pessoais, apesar do termo “finanças”, não é dinheiro, é comportamento. Se a pessoa aprender a moldar, a direcionar seu comportamento para aquilo que deseja é só uma questão de tempo para que ela atinja consistentemente seus objetivos. Fácil? Não, não é: mas é bem simples. Felizmente tenho conseguido alcançar excelentes resultados ensinando as pessoas a moldarem seus comportamentos. E, hoje, já encontrei o próximo livro a ser lido – Flow: The Psychology of Optimal Experience.

    • Olá Phillip. Além do Seiiti Arata, você foi uma das pessoas que me despertou o interesse pelas ideias do flow. Muito obrigado pelas palavras e por todas essas nossas conversas, que têm sido pra lá de “deleitosas”. Abração amigo.

  • Jaques Diskin

    Excelente artigo para uma boa reflexão, Disse tudo e um pouco mais,, E deixo uma mensagem que corrobora tal idéia : Saber muito não lhe torna inteligente. A inteligência se traduz na forma que você recolhe, julga, maneja e, sobretudo, onde e como aplica esta informação.”
    Carl Sagan

    • Perfeito Jaques. Refletir para poder usar (bem) o que aprendemos é essencial. Obrigado pelo comentário, amigo.

  • Muito interessante! Sou aluna de estudos literários da UNICAMP e esse texto me lembrou muito o Tetrafarmacon, de Epícuro – que defende a diferenciação dos desejos naturais e essenciais dos desejos frívolos.
    A única outra observação que eu faço é quanto à tradução de enjoyment…A palavra passa a ideia de ‘prazer proveitoso’, por assim dizer. A ideia de deleite se encaixa, mas é, de fato, necessário o seu breve prefácio. Um dos casos onde a comunicação falha – infelizmente, não há palavra no português que a traduza completamente.

    • Olá Clarice. Tentei ser bastante cuidadoso no uso das palavras, pois se errasse feio nisso, o texto se perderia por completo. Pelo que entendi de seu comentário, não fui tão mal assim, né? Abração e fico no aguardo de mais comentários nos próximos posts.

  • Flávia

    Prof. Elisson, você conseguiu organizar muitas idéias no artigo, muitos conceitos extremamente importantes que devem ser considerados hoje em dia ao traçarmos os objetivos, como chegaremos lá e o que precisamos para isso.
    Sou sua fã!

    Grande abraço.

    Flávia

    • Valeu Flávia. Refletir é preciso, e viver também é preciso. Muito obrigado pelo “fã” e até o próximo artigo.

  • Muito interessante! Uma sutil diferença de conceitos, que faz uma enorme diferença na vida das pessoas.
    É por isso que o salário é considerado um fator higiênico: ele satisfaz prazeres, mas não gera deleites, por si só.

    • Olá Mônica. Gostei da frase do salário… quem sabe não inventamos também o termo “parcelinhas dos prazeres” kkkkkk Abração e muito obrigado por aparecer e deixar seu recado por aqui.

  • Elisson,
    Está aí mais uma forma que me ajudará a sensibilizar as pessoas: o prazer é momentâneo, passageiro; o deleite é algo mais intenso e permanente, um estado de espírito talvez.
    Educação financeira é deleite, idas e gastos compulsivos no shopping é puro prazer.
    O equilíbrio de faz com o deleite, mas com momentos de prazer.

    Abraço professor,

    • É amigo Jônatas. Adorei também esse tipo de ideia e vou utilizar em minhas palestras. Agora só preciso depurar e ver como irá se encaixar. Abração.

  • Prof. Elisson,

    Adorei o artigo, muito esclarecedor.
    Vivemos uma vida fast e deixamos pelo caminho as oportunidades de aprendizagem e crescimento pessoal.
    Suas palavras contribuem para uma reflexão séria sobre o Ser e o Ter. Levarei esse texto para a sala de aula e trabalharei com meus alunos essa importante questão.
    Abraço

    • Olá Bernadette. Fiquei bastante lisonjeado de saber que o texto será usado para fim tão nobre. Seu depoimento é daqueles que me faz ter mais força de continuar publicando artigos com esmero. Abraços e se puder dar o feed back sobre a impressão de seus alunos, ficaria muito grato.

  • Ítalo Nogueira Soares

    Prof. Elisson,

    Excelente texto. Uma diferença sutil de significados, que se transforma em uma análise densa pelo autor. Bem interessante. Essa discussão deveria anteceder qualquer estudo sobre investimento, caso contrário, será apenas adorno.

    Prof. Elisson continue com esse nobre trabalho, para nosso deleite.

    Abraços e muito sucesso em sua carreira.

    • Olá caro Ítalo. Sempre fazendo comentários por aqui e me deixando feliz, pois geralmente são elogiosos. Gostei do finalzinho “para nosso deleite”. Abração e espero continuar conseguindo agradar.

  • Luciene de Castro Cavalcanti

    Boa tarde professor!
    Gostaria de parabenizá-lo assim como tantos, pela sua facilidade ao passar a informação e sobretudo pelo cuidado didático. O seu poder de síntese gera-nos prazer na leitura, o que é denotado principalmente em suas considerações finais. Para além disso, segundo o seu olhar, nos dirigimos do estado de prazer para um possível deleite, guardando suas informações…rs

  • Messias

    Mais um excelente artigo! Como já disse outras vezes, o seu diferencial é a preocupação pelo fim último de toda a técnica financeira e econômica: a vida das pessoas! Viver plenamente utilizando de modo adequado os bens que produzimos e conquistamos é a única educação financeira relevante e que faz algum sentido! O Rubem Alves gosta muito de diferenciar prazer de alegria e, para ele, a alegria é uma experiência muito mais plenificante e constituinte da nossa felicidade que o prazer… Abraço!

    • Olá Messias. Acho que esse texto ficou bacana, pois ao menos o número de comentários tem sido record. A leitura que fazemos da vida é a mola propulsora para os atos posteriores. Abração e aguardo próxima contribuição.

  • Maria Inês de Freitas

    Muito bom colega, aprecio sua colocação e partilho de sua precoucpação comm o ser e o ter, ainda mais nos dias atuais em que as pessoas estão sendo consumidas pelo consumismo e o valores de prazer e da matéria, e só por eles. Precisamos trabalhar mais na conscientização do humano. Estou por aqui, aberta ao diálogo e ao desenvoilvimento de trabalhos em equipe, de qualquer ordem. Abç. Maria Inês.

  • Parabéns Professor! Belo artigo, me fez refletir bastante sobre os prazeres e deleites da vida. Esses textos são bons para colocarmos a cabeça no lugar e focarmos no que realmente importa, naquilo que realmente nos trará felicidade e sentirem o prazer disso no decorrer dos dias, não apenas no momento1

    Abs

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  • saulo

    Nunca havia lido seus posts, mas me impressionaram, Irei acompanhar seu site de perto.
    PARABENS

  • Marcelo

    Obrigado por compartilhar essa riqueza de conhecimento de idéias…
    Leio muito e comento pouco. Quando comento é porque realmente valeu a pena ter lido.

    keep up the good work!

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