Sobre Prof. Elisson de Andrade

Professor universitário e palestrante sobre Educação Financeira. Engenheiro Agrônomo (USP), Bacharel em Direito (UNIMEP), Mestre e Doutor em Economia Aplicada pela USP. Ganhador do prêmio BM&FBOVESPA de melhor dissertação/tese sobre derivativos (2004). Um eterno apaixonado em aprender e ensinar.

  • Muito bacana Elisson! Gosto muito desse tipo de post que mostra, na prática, as nossas decisões financeiras alinhadas com aquilo que falamos e ensinamos. Sucesso em sua vida, sempre!

  • Muito bom, vejo que está usando a estratégia de alocação de ativos. Você fez uma boa escolha.
    Agora recomendo que faça outra conta: se em 2006 você tivesse aplicado os 35mil no Tesouro Direto e morado de aluguel, quanto teria hoje?
    Abraços.

    • Olá Guilherme. Obrigado pelo comentário. Com um pouquinho de tempo quem sabe eu não faça essa conta que pediu. Mas o probleminha é que não vale verificar apenas a rentabilidade do TD, mas também descontar os juros que seriam pagos de aluguel. Em todo o caso, a compra se deu também por umas questões familiares que não vem ao caso agora rsrsrsrs, por isso só comentei a decisão de venda. Abração.

      • Seria uma conta interessante de se ver, apesar de complicada de fazer. Foram 6 anos, teve reajuste de aluguel e etc. O Imposto de renda do Tesouro também é diferente do ganho com a venda do imóvel. Teríamos que considerar que você aplicou o valor que seria destinado para o aluguel. Agora, essa é uma visão estritamente financeira e a vida não é assim. A decisão por ter ou não um imóvel é muito pessoal. Defendo que não devemos olhar para as coisas com uma visão estritamente financeira, temos que temperar nossa vida com sonhos e objetivos, algo mais importante que a rentabilidade de uma carteira ou o percentual de um juro. ;) Abraços

        • Com certeza Guilherme, uma visão estritamente financeira pode não ser o ideal para decisões. Todavia, creio que ao envolver dinheiro, uma análise é sempre necessária para servir de parâmetro para a tomada de decisão. Abração amigo.

  • Caro Elisson,

    Venho acompanhando seu blog há um mês aproximadamente e tenho gostado bastante!

    Além de parabeniza-lo, gostaria de compartilhar que também tenho adotado a estratégia de alugar para eventualmente comprar. Não fiz cálculos detalhados para chegar a essa conclusão, mas me apóio em algumas leituras sobre os preços do setor imobiliário e uma possibilidade de recrusdecimento em um futuro próximo (alguns anos). E claro, sempre é melhor receber do que pagar juros.

    O meu espanto está no valor do seu aluguel: em BH, não se acha NADA por esse preço!

    Parabéns e obrigado por dividir informações de ótimo conteúdo conosco!

    Abraços,

    Rafael

    • Olá Rafael. Que bom que tem gostado do conteúdo do blog. Quanto ao valor do aluguel, moro no interior de São Paulo (Piracicaba-SP) e certamente os alugueis aqui são mais em conta que BH. Abração.

  • Rodrigo Briozo

    Post muito bacana Elisson. Isso fez me lembrar alguns professores que tive no curso de Economia da ESALQ/USP. Este tipo de discussão saiu diversas vezes em sala de aula, porem sem dados reais. Agora ficou mais claro algumas opções.

    Parabéns!

    • Olá Rodrigo. Que bom que foi possível contribuir. Se tiver mais alguma dúvida, envie pelo formulário de contato e, quem sabe, não vira algum artigo. Abração.

  • isaias

    Prof. Elisson de Andrade, gostaria de saber sua opinião a respeito da minha situação atual, o q vc considera interessante pra eu fazer no momento, acompanho suas postagens há algum tempo.
    Tenho 30 anos, estou terminando minha graduação em Odontologia no fim desse ano, e estava pensando em fazer um empréstimo para construir o meu local de trabalho, pois com o valor do aluguel por mim pago ao longo dos anos poderia estar pagando o meu financiamento e possuindo um bem ao longo dos anos, nota-se que hj não tenho dinheiro em mãos para investir e ter uma renda de investimentos que poderiam “repor” o valor do aluguel pago. Por exemplo na família, um familiar meu paga mensal o valor de R$ 1.400,00 / mês, será que com esse valor não seria melhor estar pagando um empréstimo e adquirindo um imóvel ao longo dos anos?? Grato pela ajuda!!!
    Ps. Coloquei esse comentário em outro post, mas acho esse conteúdo aqui mais pertinente.

    • Olá Isaias. Essas questões são bastante complicadas, pois existem diversas incertezas. Por outro lado, o que posso falar sem saber muito bem a sua situação, é que financiar um consultório pode ser algo bastante interessante, pois, a princípio, dará retorno e será um investimento que se pagará sozinho. Abração e sita-se à vontade em entrar em contato pelo formulário do blog se quiser aprofundar o assunto.

  • Olá Prof Elisson..

    Parabéns pelo excelente post amigo. Neste ano passei por algo parecido. No meu caso foi um pouquinho mais complicado.. rsrsrs. Tive que decidir em financiar uma casa/apartamento ou alugar. Como estou com planos de me casar este neste segundo semestre, eu e minha noiva tivemos que pensar muito…

    Colocamos tudo na mesa para discutirmos: nossas fontes de renda, uma previsão das nossas despesas mensais após casarmos, despesas com o casamento, entre outras.

    Como ja tinha uma reserva financeira e ela também outra, decidimos procurar um apartamento para financiar. Infelizmente não encontramos um apartamento que tivesse ao nosso alcance. Conversamos muito sobre o assunto e decidimos no momento atual não seria viável dispormos de nossas reservas financeiras para darmos de entrada no apartamento.

    Pensamos assim porque estaríamos inciando uma vida de casados já no vermelho, pois teríamos que dar de entrada um valor aproximado de 25 mil reais e depois teríamos que pagar as parcelas no valor de 680,00 por mês.

    Por acharmos que o sonho da casa própria poderia gerar um pesadêlo em nossas vidas, optamos por alugar uma casa. Outra coisa de decidimos é que após casarmos juntaremos nossas reservas financeira e montaremos uma reserva de emergência.

    Após fazermos isso, começaremos a montar uma reserva financeira para comprar nossa casa própria.

    • Olá Thiago. Cada um sabe onde aperta seu próprio nó. Acho que o grande exemplo de sua história foi o DIÁLOGO. Começou acertando quando ambos (do casal) aceitaram a escolha e vão trabalhar para que aquilo dê certo. Acho isso mais importante do que a escolha em si (que no seu caso, me parece acertada). Abração e obrigado por compartilhar com os leitores do meu blog sua interessante história. Até o próximo artigo.

  • isaias

    Então prof. Elisson, os equipamentos já possuo, me referia mesmo ao imóvel… grato!

  • moura

    Elisson, poderia explicar como fica a questão da liquidez para se obter os r$ 700,00.Tipo,como se “retira” este valor com parte dele em TD,FI e ações todo o mês.

    Abraços e parabéns pelo blog!

    • Olá Moura. Na verdade essa é uma questão puramente contábil. Os $620 que iria investir, com o meu salário, pago o aluguel, e os juros das aplicações é reinvestido. Isso significa, em termos de riqueza geral, a mesma coisa que pegar os juros para pagar o aluguel (que seria possível em fundos imobiliários, mas em tesouro direto complicaria um pouquinho fazer esses resgates mensalmente, devido à questões tributárias, por exemplo – deveria esperar que o investimento tivesse mais de dois anos, para pagar a alíquota mínima). Ok? Abração. Elisson

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  • adriana

    Olá Elisson , fui bom ler este seu texto , pois estou bem confusa. vou contar um pouquinho da mh situação atual .
    Sou mineira e moro a 2 anos e meio em SP hj tenho uma clinica recém inaugurada ainda estou pagando meus aparelhos até agosto/13.
    Moro atualmente á 1:30 hs do meu trabalho gasto o valor de 170 reais de ônibus, comida 230 mês e lanches 100 reais mês.
    Aluguel em SBcampo um bom é de mil reais para segurança .
    Hj na casa da minha tia moro sozinha e pago 200 reais fora os gastos da casa (telefone, net, luz, agua )
    Como esses dias assisti um assalto quando estava indo trabalhar fiquei bem assustada . Então resolvi ver um apto próximo a clinica uns 3 min a pé .
    Mas agora ta a dúvida .
    continuar na minha tia até o final do ano juntar uma grana comprar um apto ou mesmo um carro ou me mudar para um apto de 1100 reais ?

    Estou bem perdida !
    abraço

    • Olá Adriana. É bem difícil para mim opinar sobre questões pessoais e que envolvem tanto dinheiro e questões emocionais. O que posso dizer é: faça um balanço do que é melhor para seu bem estar, porém, que não comprometa suas finanças a ponto de sair de um tormento (medo, estresse) e entrar em outro (falta de dinheiro). Escreva no papel todos os benefícios e desvantagens de cada uma das opções, e seus respectivos riscos. Tente ser o mais racional possível nas avaliações. Trace uma estratégia e ponha em prática. E sempre que quiser, entre em contato pelo formulário do blog e vamos conversando. Abração e boa sorte por aí.

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  • na imensa maioria das vezes vale a pena alugar, ao invés de financiar. A questão é se o interessado tem disciplina para poupar parte do valor economizado com o aluguel. Se tiver, não há dúvida: alugue agora para comprar à vista mais na frente. Se não tiver disciplina, talvez o melhor caminho seja o consórcio, que produz o mesmo resultado, mas com uma pequena taxa de administração, porém cria uma obrigação mensal..

    • Obrigado pelo comentário José Ruiz. Abç.

    • Marcelo Covolan

      José Ruiz, concord com você, mas vale a pena lembrar que o consórcio existe alguns detalhes, tais como: variação no valor das parcelas devido a valorização / desvalorização do imóvel; necessidade de lance, pois no sorteio, poderá demorar anos etc. Mas mesmo assim, para quem não tem pressa e quer criar um hábito de “poupar” todo mês, o consórcio é excelente.

  • Gilberto

    Olá, meu nome é Gilberto e achei super interessante os temas e tópicos aqui abordados. Tenho uma dúvida cruel, estou hoje com 23 anos e prentendo comprar um ap financiado para que o aluguel pague suas prestações irei da uma entrada de apenas 10.000,00 o período do financiamento é de 360 meses será que estarei fazendo um bom negócio?