Sobre Prof. Elisson de Andrade

Professor universitário e palestrante sobre Educação Financeira. Engenheiro Agrônomo (USP), Bacharel em Direito (UNIMEP), Mestre e Doutor em Economia Aplicada pela USP. Ganhador do prêmio BM&FBOVESPA de melhor dissertação/tese sobre derivativos (2004). Um eterno apaixonado em aprender e ensinar.

  • Valmir Domingues

    Bom dia Elisson, muito bom o post, eu confesso que ja fui muito apegado com meus bens materias, mas hoje depois de muita leitura eu descobri o valor real das coisa, hoje eu somente zelo pelos meus bens para que eles possam suprir minhas necessidades, hoje eu dou mais valor as pessoas ao meu redor, confesso que é muito mais prazeroso levantar de manha num domingo e ir correr com meus amigos doque ficar a manhã inteira encerando meu carro. Abraço muito obrigado por compartilhar conosco seus conhecimentos e experiencias.

    • Olá Valmir. Achei genial sua última frase “confesso que é muito mais prazeroso levantar de manhã num domingo e ir correr com meus amigos do que ficar a manhã inteira encerando meu carro”. Obrigado pelo comentário e fico no aguardo de mais participações.

  • ANGELA TOGNETTI

    Perfeito… é isto mesmo, sempre tive com meta de vida VIVER… o que tenho em casa é meramente para o bem estar da familia… nada luxo… mas o necessário… ainda não tenho a TV de LCD… ela só fará parte quando a minha de 29″ vir a dar “PT”, isto pois com certeza não encontrarei outro igual para comprar, já que o mercado faz questão de tirar os itens desatualizados… é assim a rotina de casa até mesmo com o celular, só trocado quando não tem mais jeito… gosto muito do final de semana com os amigos, sem bitolar em ficar limpando a casa, que deixamos em ordem durante a semana… ainda bem que meu marido também pensa assim!!!!

    • Olá Angela. Essa foi a intenção do artigo. Que cada um viva bem e reflita sobre o que realmente tem valor na vida. Ahhh, e se possível, conseguir gerir as finanças pessoais de forma que o dinheiro seja um veículo para aumento do bem estar, ao invés de gerador de problemas pessoais através de sua falta. Abração e aguardo próximos comentários.

  • Flávia

    Elisson, gostei de uma frase em particular do seu artigo: “Uma alocação de recursos financeiros em atividades que viabilizem o crescimento pessoal e a relação com o outro, deve ser almejada.”. O problema não é o consumo de bens e serviços em si, mas sim como nos relacionamos com eles. Existem aqueles que compram para o seu prazer, se permitem uma viagem para seu crescimento cultural, de experiências e outros que o fazem simplesmente para mostrar aos OUTROS que podem…
    Grande abraço.

    • É isso mesmo Flávia. Alocar bem, para viver bem. Acho que é mais ou menos por aí. Abração e obrigado por mais uma visita.

  • Elisson,

    Muito legal tuas dicas. Foram úteis para mim os assuntos sobre previdência privada.

  • Seba Silva

    Eu – Tu, Eu -Isso

    Eu – Isso é dar mais importancia nas coisas que nas pessoas?

    por isso deixa de ser homem…

    Eu ja ouvi muitos burburinhos e pessoas afirmarem que sem celular, facebook, instagram e whatsup a vida perderia o sentido pra elas. São o tipo que onde quer que vá estão interagindo. isso desde quando acordaram até quando desmaiarem de sono com o cel na mão. se dizem um mal necessario mas segundo o autor Martim Buber “o homem não pode viver sem o ISSO, mas aquele que vive somente com o ISSO não é homem”.

    • Parece que gostou da reflexão, hein @sebasilva:disqus? Valeu pelo comentário.