Sobre Prof. Elisson de Andrade

Professor universitário e palestrante sobre Educação Financeira. Engenheiro Agrônomo (USP), Bacharel em Direito (UNIMEP), Mestre e Doutor em Economia Aplicada pela USP. Ganhador do prêmio BM&FBOVESPA de melhor dissertação/tese sobre derivativos (2004). Um eterno apaixonado em aprender e ensinar.

  • olá, prof.º,

    bem, apesar de o sr deixar claro que está apenas informando, uma pessoa com senso crítico razoável vai perceber que nuvens tenebrosas se formam no horizonte, e esse último movimento da Caixa só veio pra reforçar isso.

    parabéns pelo artigo.

    abs,

    • Olá @wallysou:disqus, muito obrigado pela visita ao blog e comentário. Volte sempre, amigo. Abraços.

  • Teca Calcagno Galvao

    Olá, seria possível explicar melhor a frase: “Além de altas taxas de
    juros empurrarem para cima os percentuais
    relativos à TR, que corrigem diversos financiamentos, inclusive os da
    Caixa”. Como tem sido a alta dos custos de parcelas nos últimos 2-3 anos
    com inflação abaixo de 10%? A TR corrige o valor de prestações da
    tabela Price e SAC da mesma maneira?

    • A TR possui uma metodologia de cálculo específica e reajusta price e sac da mesma forma… Abraços.

      • Teca Calcagno Galvao

        Obrigada pela resposta. Gostaria de saber se vc elaborar mais em como essa variação da TR pode afetar as parcelas se a inflação subir pra, por exemplo, 10-15% em 2015-2016. Na verdade, minha preocupação é que o cálculo com os custos das parcelas é bonitinho sem TR, mas como ficam as coisas (em concreto) com aumento na TR. Vc tem algum texto falando disso? Obrigada.

        • Olá @tgalvao:disqus . A TR não tem relação direta com inflação, no que tange ao seu cálculo. A inflação pode até ter uma correlação positiva com a TR à medida que se a inflação subir, o governo aumenta a taxa de juros SELIC e com isso a TR também aumenta. Mas é apenas um efeito teórico indireto. Abraços.